Como um Engenheiro Eletricista e de Segurança do Trabalho pode atravessar a crise econômica e vencer na carreira mesmo num cenário desfavorável

Com o atual cenário de crise econômica pelo qual o país passa, não é incomum encontrar inúmeros exemplos de bons profissionais com dificuldade de recolocação no mercado de trabalho ou ainda recém egressos das Universidades, que sequer tiveram a oportunidade do primeiro emprego.
Pensando em como um Engenheiro Eletricista e de Segurança do Trabalho pode enfrentar a crise e o cenário de desemprego que se instaurou em nosso país, evitando que isso atrapalhe o desenvolvimento da sua carreira, verifica-se que há algumas soluções práticas bem simples que podem ser tomadas.
Não é necessário ser um especialista em economia para constatar a notória e amplamente discutida crise sem precedentes instalada em nosso país: retração econômica, inflação, desemprego, alta do dólar, redução do consumo interno, desinvestimentos, produção reduzida; assim como o mercado (empresas privadas) sofrem impacto direto sobre todos esses fatores, de uma forma muito marcante, também empresas públicas diretamente ligadas ao Governo e de economia mista sofrem, principalmente porque adicionada à crise econômica passamos também por uma crise política, inclusive com processo de impeachment instaurado, além dos diversos processos para investigar esquemas de corrupção. Fato é que ainda somos profissionais, com ambição em progredir e evoluir nas nossas carreiras, continuamos a ter contas a pagar e responsabilidades a cumprir; então, como um Engenheiro Eletricista ou Engenheiro de Segurança do Trabalho pode atravessar essa situação e vencer na carreira, mesmo nesse cenário desfavorável?
Certamente há duas vertentes principais para contornar os efeitos da crise: a primeira consiste em manter-se resiliente nessa fase, que com certeza vai passar em breve, e aproveitar este tempo livre para continuar investindo na sua formação (uma boa opção é investir em cursos de extensão mais curtos, ou ainda dedicar o tempo para estudar para concursos). Basicamente, a ideia é investir pouco, mas com efetividade, sem comprometer muito o orçamento, nem por longos períodos. A estratégia visa mantê-lo atualizado na sua área, de forma que esteja pronto assim que a oportunidade surgir.
E a segunda vertente é tentar empreender, buscando soluções criativas nessa crise. As empresas, de uma forma geral, estão buscando soluções para otimizar custos, investindo o mínimo possível; nessa linha, na área de Engenharia Elétrica, por exemplo, é possível notar que o campo de eficiência energética está novamente em alta no momento, justamente pelo retorno financeiro a curto e médio prazo que propicia. Na área de Engenharia de Segurança do Trabalho as oportunidades são mais abrangentes, porque mesmo em cenário de desinvestimentos, a preservação da saúde e segurança do trabalhador mantém-se no topo das prioridades das empresas.

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